PESQUISE

30/03/2010

Brisa

Reed, Gramíneas, Vento, Natureza, Planta

Se a brisa imprimir uma furtiva carícia
e em teu corpo suave deslizar,
não fujas pois é apenas meus sonhos,
que, despertos, ousam ainda te amar.

Te peço, ainda, não rias!
Que a brisa o vento roubou
com ciúme por tanta ousadia,
pois és tu também dele o feitor.

Mas, no feitiço de teus frouxos abraços
não te apiedas por tanta paixão?
Se amorosa embalo no espaço,
a inconstância do teu coração.

Lutar se a própria natureza disputa
dos teus lábios o favo de mel...
Que de doce nos conduz à loucura;
Que de amargo nos arranca do céu.

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